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Comércio Exterior
O custo de uma importação se decide antes do embarque.
Classificação fiscal, modalidade, estado de entrada e habilitação definem o que a mercadoria vai custar muito antes de ela chegar. A Farol trata esses pontos como rotina de planejamento — não como correção depois do fato consumado.

O problema
O prejuízo que aparece no desembaraço nasceu na origem.
Quando o custo real só é conhecido na chegada, já não há decisão a tomar — há conta a pagar. As situações abaixo são as que mais aparecem em operações que chegam à Farol vindas de outro escritório.
- NCM herdada sem revisãoA classificação veio do fornecedor ou de uma importação antiga e nunca foi conferida contra a operação atual.
- Tratamento tributário diferenciado não avaliadoA operação em Santa Catarina não foi confrontada com as condições aplicáveis aos TTD 409, 410 e 411 e com as mercadorias e operações efetivamente praticadas.
- Habilitação incompatívelO RADAR está em modalidade ou limite que não acompanha o volume que a empresa passou a importar.
- Custo estimado por planilha antigaA formação de preço usa percentuais que não refletem o regime, o estado de entrada nem a NCM vigente.
O que analisamos
O que analisamos antes de a mercadoria embarcar
Classificação fiscal
Revisão da NCM por produto, com a descrição real da mercadoria e o uso a que se destina.
Modalidade de importação
Conta própria, por conta e ordem ou por encomenda — cada uma muda quem recolhe o quê.
Estado de entrada
Comparação prévia de cenários de entrada por diferentes portos e unidades federativas, considerando seus possíveis efeitos tributários.
Habilitação e Siscomex
Situação do RADAR, modalidade, limites e consistência dos registros no Siscomex.
Regimes especiais de SC
Avaliação da operação, das mercadorias e do perfil do contribuinte conforme a legislação vigente e as condições aplicáveis aos TTD de comércio exterior em Santa Catarina.
Formação do custo
Montagem do custo de importação item a item, para que o preço de venda parta de número real.
Comércio Exterior
Onde cada decisão ainda cabe — e onde já não cabe
A margem de escolha encolhe a cada etapa. Depois do registro da DI, o que sobra é apurar o dano.
NCM, modalidade e regime especial ainda podem ser escolhidos.
Estado de entrada e situação do RADAR ainda podem ser ajustados.
Correção documental ainda é possível, com custo e prazo.
A partir daqui, o custo está posto. Resta apurar.
O erro vira custo unitário e contamina a formação de preço.
Serviços
O que a Farol executa nesse segmento
- Enquadramento e manutenção de TTDAnálise de elegibilidade, acompanhamento das obrigações e revisão periódica da manutenção.
- Habilitação e revisão no RADARPedido, ampliação de limite e correção de inconsistências no Siscomex.
- Análise de custo de importaçãoComposição do custo por item, considerando regime, NCM e estado de entrada.
- Revisão de classificação fiscalConferência da NCM com base na descrição e na destinação real do produto.
- Planejamento tributário periódicoRevisão do enquadramento à medida que produtos, volumes e rotas mudam.
- Escrituração e obrigações acessóriasRotina fiscal e contábil da operação de importação, integrada ao restante da empresa.
Como trabalhamos
A automação vai até onde a regra é estável.
Depois disso, quem decide é gente. A tecnologia serve para que a exceção apareça cedo — não para dar a resposta no lugar do contador.
A Farol
Quem responde pela análise
A Farol é um escritório de contabilidade e consultoria tributária de Itajaí, com atendimento remoto. Em decisões estratégicas, o contato é direto com o contador responsável.
Dúvidas
Perguntas frequentes
A Farol atende importador fora de Santa Catarina?
Sim. O atendimento é remoto e a Farol atende empresas em sete estados. O que muda por estado é o conjunto de benefícios e obrigações aplicáveis, e isso entra na análise.
Vocês fazem o despacho aduaneiro?
A Farol atua no planejamento contábil e tributário anterior ao embarque e na análise fiscal posterior à operação. O despacho aduaneiro e seu acompanhamento operacional permanecem sob responsabilidade do importador e do despachante aduaneiro.
Minha empresa já importa. Dá para revisar o que está feito?
Dá. A revisão parte da classificação fiscal, do regime em uso e da composição de custo atual. O que for corrigível daí em diante entra no plano; o que já passou é avaliado caso a caso.
Quanto tempo leva uma análise inicial?
A conversa inicial de diagnóstico é rápida. O prazo da análise depende do número de produtos e do volume de operações — é definido depois de ver a operação, não antes.
Próximo passo
Vamos olhar a sua próxima importação antes que ela vire custo?
O diagnóstico começa por uma conversa sobre a operação. Sem compromisso e sem formulário longo.
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