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Farol Assessoria Contábil

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Prestadores de Serviços

A escolha do regime tributário impacta o resultado do ano inteiro.

Em serviços, a maior parte do custo é gente — e a decisão sobre regime, enquadramento de atividade e retirada dos sócios pesa mais do que qualquer economia operacional. É uma escolha anual com efeito diário.

Dois profissionais analisando documentos sobre uma mesa de reunião

O problema

A escolha foi feita na abertura e nunca mais revista.

A empresa mudou de tamanho, de atividade e de folha. O enquadramento continuou o mesmo, porque ninguém foi contratado para olhar de novo.

  • Regime escolhido para outra empresaO enquadramento serve à realidade da abertura, não à da operação atual.
  • Atividade cadastrada sem aderênciaCNAE e descrição cadastral que não correspondem ao serviço efetivamente prestado, elevando o risco de enquadramento e retenções incorretos.
  • Retenções tratadas depois do fatoISS, IR e contribuições identificados no fechamento, quando já não há o que ajustar.
  • Pró-labore definido por hábitoA retirada dos sócios fixada sem analisar a atividade exercida, as incidências previdenciárias, a distribuição de lucros e, quando aplicável, o fator R.

O que analisamos

O que analisamos na empresa de serviços

01

Regime tributário

Comparação entre os regimes juridicamente disponíveis considerando atividade, faturamento, margem, folha, despesas, créditos, retenções e perfil dos tomadores.

02

Enquadramento de atividade

Aderência entre o CNAE cadastrado e o serviço que a empresa efetivamente presta.

03

Retenções na fonte

Mapeamento do que é retido por tomador, por município e por natureza do serviço.

04

Pró-labore e distribuição

Estrutura de retirada dos sócios e o efeito dela sobre encargos e tributação.

05

Folha e encargos

Custo real do time, com encargos e provisões visíveis mês a mês.

06

Organização financeira

Separação entre caixa da empresa e caixa dos sócios, base de qualquer decisão seguinte.

Prestadores de Serviços

Três regimes, três lógicas diferentes

Comparativo qualitativo dos fatores que pesam na escolha. Não há resposta padrão: a decisão depende da atividade, do faturamento, da margem, da folha, dos custos e despesas, dos créditos e dos tomadores — e deve ser revista diante de mudanças na operação ou na legislação.

Simples Nacional

Recolhimento simplificado

  • Aplicável dentro dos limites legais e desde que não existam impedimentos
  • Tributação varia conforme faturamento e atividade
  • Para determinados serviços, a relação entre folha e receita pode alterar o anexo
  • O DAS reúne diversos tributos, mas não elimina todas as obrigações e recolhimentos externos

Lucro Presumido

Bases definidas por presunção

  • Bases de IRPJ e CSLL calculadas por percentuais legais sobre a receita
  • Percentuais variam conforme a atividade
  • A margem real não altera a base presumida
  • A vantagem depende da carga tributária total e precisa ser demonstrada por simulação

Lucro Real

Resultado fiscal ajustado

  • IRPJ e CSLL calculados sobre o lucro contábil após os ajustes fiscais previstos em lei
  • Considera adições, exclusões e compensações admitidas
  • Pode ser adequado a margens menores, prejuízos ou estruturas relevantes de custos e créditos
  • É obrigatório em determinadas situações e exige controles contábeis e fiscais mais rigorosos

A análise considera a legislação vigente e as regras de transição da Reforma Tributária do Consumo.

Serviços

O que a Farol executa nesse segmento

  • Análise e revisão de regimeComparação anual entre os regimes aplicáveis, com o critério de decisão explicitado.
  • Enquadramento de atividadesRevisão do CNAE e do objeto social frente ao serviço prestado.
  • Departamento pessoalAdmissão, folha, férias, rescisão e encargos, com o calendário sob controle.
  • Gestão de retençõesControle do que é retido na fonte por tomador e por município.
  • Estrutura de pró-laboreDefinição da retirada dos sócios considerando encargos, regime e distribuição.
  • Acompanhamento consultivoConversa periódica sobre os números, não apenas a entrega das obrigações.

Como trabalhamos

A automação vai até onde a regra é estável.

Depois disso, quem decide é gente. A tecnologia serve para que a exceção apareça cedo — não para dar a resposta no lugar do contador.

01Coleta e validaçãoDocumentos e arquivos entram por canal único e passam por conferência automática de consistência.
02Escrituração assistidaA rotina repetitiva é executada por sistema, com regras que apontam divergência em vez de escondê-la.
03Revisão humanaO que a automação apontou como exceção vai para análise de gente — é onde a decisão fiscal acontece.
04Decisão e orientaçãoA conclusão volta como recomendação, com o critério explicado e a alternativa avaliada.
Executado por sistemaAnalisado por pessoa

A Farol

Quem responde pela análise

A Farol é um escritório de contabilidade e consultoria tributária de Itajaí, com atendimento remoto. Em decisões estratégicas, o contato é direto com o contador responsável.

2014ano de fundação da Farol
+200clientes ativos
7estados atendidos
18+anos de experiência de João Vitor dos Santos
CRC/SCSC008817/O · responsável SC036280/O

Dúvidas

Perguntas frequentes

Com que frequência o regime deve ser revisto?

No mínimo uma vez por ano, antes da opção. E sempre que faturamento, folha ou atividade mudarem de patamar durante o exercício.

Atendem profissional liberal e sociedade?

Sim. A estrutura societária muda a análise de pró-labore e distribuição, e isso entra no diagnóstico.

Vocês cuidam da folha também?

Sim. Departamento pessoal faz parte do atendimento, porque em serviços a folha é o principal componente da decisão tributária.

O contador responsável participa?

Em decisões estratégicas, o contato é direto com o contador responsável. A rotina é conduzida pela equipe.

Próximo passo

Faz quanto tempo que ninguém revisa o seu enquadramento?

O diagnóstico começa por uma conversa sobre a atividade e a folha. Sem compromisso e sem formulário longo.